Não Quero Saber de Mais Nada Não
Será que um dia eu vou ter tempo pelo menos de me apresentar
Ao meu passado, ao meu presente, ao meu futuro e ao que virá
De cantar, de sorrir, de chorar ou então pensar
Uma canção bem bonita que fala do lindo luar
Que fala do amor dos animais por essa flor, por essa cor ao seu redor
Por esse ser que lhe maltrata, lhe traz a dor , ooh...
Aquele homem cego não pode me enxergar
(Aquela dama morta não pode mais andar
Porque tudo é assim meu Deus diga pra mim
Eu não quero sofrer, já não quero chorar
Também não quero sorrir, também não quero pensar
Eu não quero saber o que quero pra mim
Eu não quero saber de mais nada
Não quero de mais nada não, de mais nada
Não quero saber de mais nada não, de mais nada
Faz muito tempo que eu não vejo o sol nascer nessa escuridão; e mais nada
Faz muito tempo que eu não ando nessa estrada de pé no chão; e mais nada
Não quero saber de mais nada não; e mais nada)repete
No Quiero Saber de Nada Más
Será que algún día tendré tiempo al menos para presentarme
A mi pasado, a mi presente, a mi futuro y a lo que vendrá
De cantar, de sonreír, de llorar o simplemente pensar
Una canción muy bonita que hable de la hermosa luna
Que hable del amor de los animales por esa flor, por ese color a su alrededor
Por ese ser que los maltrata, les trae dolor, oh...
Ese hombre ciego no puede verme
(Esa dama muerta ya no puede caminar
Porque todo es así, Dios mío, dime
No quiero sufrir, ya no quiero llorar
Tampoco quiero sonreír, tampoco quiero pensar
No quiero saber lo que quiero para mí
No quiero saber de nada más
No quiero de nada más, de nada más
No quiero saber de nada más, de nada más
Hace mucho tiempo que no veo el sol salir en esta oscuridad; y nada más
Hace mucho tiempo que no camino en este camino con los pies en el suelo; y nada más
No quiero saber de nada más; y nada más)
Escrita por: Alvinho Alves