Pedras
Trégua eu não peço
Meus atos eu não meço
Não volto ao começo
O passado eu esqueço
Eu quero acreditar
Nas minhas palavras
Eu já paguei o preço
Pra cada passo um tropeço
As pedras nas minhas mãos
Não ferem mais ninguém
As pedras do meu coração
Esperam pelo que não vem
Eu não sei pedir perdão,
Também não sei perdoar
Eu não quero mais dormir,
Mas não consigo acordar
Andamos em círculos
Caímos em pântanos
Os nossos espíritos
No mais puro Amálgama.
Piedras
No pido tregua
Mis actos no mido
No vuelvo al principio
El pasado olvido
Quiero creer
En mis palabras
Ya pagué el precio
Por cada paso un tropiezo
Las piedras en mis manos
Ya no hieren a nadie
Las piedras de mi corazón
Esperan lo que no llega
No sé pedir perdón,
Tampoco sé perdonar
No quiero dormir más,
Pero no logro despertar
Andamos en círculos
Caemos en pantanos
Nuestros espíritus
En la más pura amalgama.
Escrita por: Marcus Vinícius Morais