Havemos de Ir a Viana
Entre sombras misteriosas
Em rompendo ao longe estrelas
Trocaremos nossas rosas
Para depois esquecê-las
Se o meu sangue não me engana
Como engana a fantasia
Havemos de ir a Viana
Ó meu amor de algum dia
Ó meu amor de algum dia
Havemos de ir a Viana
Se o meu sangue não me engana
Havemos de ir a Viana
Partamos de flor ao peito
Que o amor é como o vento
Quem pára perde-lhe o jeito
E morre a todo o momento
Se o meu sangue não me engana
Como engana a fantasia
Havemos de ir a Viana
Ó meu amor de algum dia
Ó meu amor de algum dia
Havemos de ir a viana
Se o meu sangue não me engana
Havemos de ir a Viana
Ciganos, verdes ciganos
Deixai-me com esta crença
Os pecados têm vinte anos
Os remorsos têm oitenta
We Shall Go to Viana
Among mysterious shadows
Breaking stars in the distance
We will exchange our roses
To later forget them
If my blood does not deceive me
As fantasy deceives
We shall go to Viana
Oh my love of some day
Oh my love of some day
We shall go to Viana
If my blood does not deceive me
We shall go to Viana
Let's depart with a flower on our chest
For love is like the wind
Who stops loses its way
And dies at every moment
If my blood does not deceive me
As fantasy deceives
We shall go to Viana
Oh my love of some day
Oh my love of some day
We shall go to Viana
If my blood does not deceive me
We shall go to Viana
Gypsies, green gypsies
Leave me with this belief
Sins are twenty years old
Remorses are eighty
Escrita por: Alain Oulman / Pedro Homem de Mello