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Cuando Quiero Ir

Amanda Maria e Leandro Cabral

Quando Quero Ir

Vou quando quero ir
Volto quando me chamam
O meu mundo é cigano
Pelo mundo vagando
Mas não vem tirar nada de mim
Não vem não

Cai por cima de mim
Que eu levanto dançando
Minha força é quem manda
Meu destino é Luanda
Do Oiapoque ao Chuí
A gente se vê por aí

Não vem dizer, não vem falar
Que tá por cima, eu quero é ver você provar

Sai do meu pé, larga pra lá
Não cola que essa nóia eu não vou bolar
Não caio no teu feitiço, eu não vou ficar aqui

Meu fim não é morrer na ratoeira
Por mim eu vou sambar lá na mangueira
Pudim é sempre bom do seu Moreira
Meu fim é poder gozar a vida inteira
Bonfim senhor de toda cabeleira
Por fim o batuque levantou poeira

Cuando Quiero Ir

Voy cuando quiero ir
Vuelvo cuando me llaman
Mi mundo es gitano
Vagando por el mundo
Pero no vengas a quitarme nada
No, no

Caes sobre mí
Y yo me levanto bailando
Mi fuerza es la que manda
Mi destino es Luanda
Desde Oiapoque hasta Chuí
Nos veremos por ahí

No vengas a decir, no vengas a hablar
Que estás por encima, quiero verte probar

Sal de mi camino, déjalo estar
No cuela, no voy a caer en esa paranoia
No caeré en tu hechizo, no me quedaré aquí

Mi final no es morir en la ratonera
Por mí, voy a bailar en la mangueira
El pudín siempre es bueno en casa de Moreira
Mi final es poder disfrutar la vida entera
Bonfim, señor de toda cabellera
Por fin el ritmo levantó polvo

Escrita por: Amanda Maria e Leandro Cabral