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¡Perdóname!

Amanda Reznor

Me Perdoa!

Pó de ouro e gotas de prata
no vidro
Fio azul de teias de opala
subindo das valas

Sinto-me nua, sinto-me fraca
Meu riso
o dia cala, a chuva abafa
Sozinha na sala...

Por que eu preciso de você?
tenho medo de lhe perder...

Você se foi, eu fiquei sem fala
Sem nada!
Tento manter a vã esperança
de vê-lo voltar...

Eu minto pra mim mesma
pra não me detestar
Mas a saudade imensa
faz com que eu queira me matar...

Sozinha eu não tenho nada, meu bem!
Preciso de você...
Me sinto desamparada,
essa dor não cessa dentro do meu ser

Percorre o dia calada
Me deixa...
E as noites desacordadas
Me deixa morrer...

Pó de ouro é o sol na janela
e a prata
é da chuva, fria e bela
E o vento azul é de opala
turvando as valas...

¡Perdóname!

Polvo de oro y gotas de plata
en el vidrio
Hilo azul de telarañas de ópalo
subiendo de los desagües

Me siento desnuda, me siento débil
Mi risa
el día calla, la lluvia sofoca
Sola en la sala...

¿Por qué te necesito?
tengo miedo de perderte...

Te fuiste, me quedé sin palabras
¡Sin nada!
Intento mantener la vana esperanza
de verte regresar...

Me miento a mí misma
para no detestarme
Pero la inmensa nostalgia
me hace querer morir...

¡Sola no tengo nada, mi amor!
Te necesito...
Me siento desamparada,
este dolor no cesa dentro de mi ser

Recorre el día callada
Déjame...
Y las noches desacordadas
Déjame morir...

El polvo de oro es el sol en la ventana
y la plata
es de la lluvia, fría y hermosa
Y el viento azul es de ópalo
turbiando los desagües...

Escrita por: Amanda Reznor