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Libélula

Amandi Cortez

Libélula

Oh libelula!
Oh libélula!
Cadê painho?
Cadê mainha?

Você que foi aquela cidade tão engraçadinha!
Você que foi aquele chão tão verdinho!
Você que sempre nos deu alimentação...

Refrão

E esse chão tão duro, tão seco e tão morto
A água limpinha, se transformou em morte marron
E o horizonte é feito de poeira...

Refrão

Retratos marcados, amargurados de um vida sofrida
E o choro que caí, são cenas reais de uma luta perdida
Não chore maninha que um dia vem chuvinha...

Libélula

Oh libélula!
Oh libélula!
¿Dónde está papá?
¿Dónde está mamá?

Tú que eras aquella ciudad tan graciosa
Tú que eras aquel suelo tan verde
Tú que siempre nos diste alimento...

Coro

Y este suelo tan duro, tan seco y tan muerto
El agua limpia se convirtió en muerte marrón
Y el horizonte está hecho de polvo...

Coro

Retratos marcados, amargados de una vida sufrida
Y el llanto que cae, son escenas reales de una lucha perdida
No llores hermanita, que algún día vendrá la lluvia...

Escrita por: Amandi Cortez