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Barulhera

AmareloFolha

Barulhera

O meu régue ela diz que é bossa
E nessa eu não sei o que é que empoça
Se são suas/minhas lágrimas ou são meu/seu mau-humor
Não vem que não tem, fidelidade é essa
É aquela que discute sem pressa
A existência do ser e a cor do guarda-chuva
Se é que vai chover
Não chove, garoa
Que é uma boa, prá deixar os vasos na janela

Ata o teu baque às cordas
E ela não vai nem querer saber se é régue ou se é bossa

E toda aquela fossa, evapora, e toda aquela fossa, evapora.....

Pobre de mim que não sinto, jamais
Que não vejo, jamais, teu sorriso
Pobre do meu amor que não me deixa

Barulhera

Mi reina dice que es bossa
Y en eso no sé qué es lo que se acumula
Si son tus/mis lágrimas o mi/tu mal humor
No vengas que no hay, fidelidad es eso
Es aquella que discute sin prisa
La existencia del ser y el color del paraguas
Por si va a llover
No llueve, llovizna
Que es bueno, para dejar las macetas en la ventana

Ata tu golpe a las cuerdas
Y ella ni siquiera querrá saber si es reina o bossa

Y toda esa depresión, se evapora, y toda esa depresión, se evapora.....

Pobre de mí que nunca siento
Que nunca veo, tu sonrisa
Pobre de mi amor que no me deja

Escrita por: Victor Victorino Manolo