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Caen los Débiles

Ambrosino Martins

Caem Os Fracos

Eu abro os olhos pra essa vida
Procuro um jeito pra sorrir
E eles mexem na ferida
Pra que o mal possa explodir
Será que o povo é quem não lêem jornal
Quem sai na página policial
Só as notícias que são amargas
Do elemento que não tem condição
Vem a tristeza no seu coração
Na capital ou aqui no sertão
De ver o sangue escorrendo do nariz
Botar um oitão na mão é uma desgraça
É mais um meio sem saída que só vai te matar
Entrar na plantação, não
Aqui não dá

Conheço quem morreu
E hoje em dia estão piores
Sob ameaça caem os fracos e só ficam os maiores
E eu não gosto nem de me lembrar
Pior que isso não pode ficar
Realidade que a elite não viu
Abusando do seu poderio
Contra um cidadão do Brasil!
Contra um cidadão do Brasil!
Contra um cidadão do Brasil!

Caen los Débiles

Abro los ojos a esta vida
Busco una manera de sonreír
Y ellos tocan la herida
Para que el mal pueda explotar
Será que la gente es la que no lee el periódico
Que sale en la página policial
Solo las noticias que son amargas
Del individuo que no tiene condiciones
Viene la tristeza a su corazón
En la capital o aquí en el sertón
Ver la sangre correr de la nariz
Poner un revólver en la mano es una desgracia
Es solo otro callejón sin salida que solo te va a matar
Entrar en la plantación, no
Aquí no se puede

Conozco a quienes murieron
Y hoy en día están peor
Bajo amenaza caen los débiles y solo quedan los más fuertes
Y no me gusta ni siquiera recordarlo
Peor que esto no puede ser
Realidad que la élite no vio
Abusando de su poder
¡Contra un ciudadano de Brasil!
¡Contra un ciudadano de Brasil!
¡Contra un ciudadano de Brasil!

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