Meia-noite
Sono
Eu sinto o teu abandono
Não tem mais sentido o outono
Eu lembro do que me apaixona
Por coisas que não sou mais dona
Vivendo no meu quarto
O que trazes pra mim agora?
O escuro que não melhora
O relógio me diz quanto tempo
Esperando aquele momento
De provar de novo o meu sono
Quando vem a noite e você não tem ninguém
É hora de buscar aquilo que te faz bem
Passou da meia-noite, lembranças a esquecer
O cobertor a me aquecer, é o que me resta
Passou da meia-noite
Sono
Eu sinto o teu abandono
Não tem mais sentido o outono
Eu lembro do que me apaixona
Por coisas que não sou mais dona
Vivendo no meu quarto
O que trazes pra mim agora?
O escuro que não melhora
O relógio me diz quanto tempo
Esperando aquele momento
De provar de novo o meu sono
Quando vem a noite e você não tem ninguém
É hora de buscar aquilo que te faz bem
Passou da meia-noite, lembranças a esquecer
O cobertor a me aquecer, é o que me resta
Passou da meia-noite
Medianoche
Sueño
Siento tu abandono
Ya no tiene sentido el otoño
Recuerdo lo que me enamora
Por cosas que ya no soy dueña
Viviendo en mi cuarto
¿Qué me traes ahora?
La oscuridad que no mejora
El reloj me dice cuánto tiempo
Esperando ese momento
De probar de nuevo mi sueño
Cuando llega la noche y no tienes a nadie
Es hora de buscar lo que te hace bien
Pasó de la medianoche, recuerdos por olvidar
La cobija que me abriga, es lo que me queda
Pasó de la medianoche
Sueño
Siento tu abandono
Ya no tiene sentido el otoño
Recuerdo lo que me enamora
Por cosas que ya no soy dueña
Viviendo en mi cuarto
¿Qué me traes ahora?
La oscuridad que no mejora
El reloj me dice cuánto tiempo
Esperando ese momento
De probar de nuevo mi sueño
Cuando llega la noche y no tienes a nadie
Es hora de buscar lo que te hace bien
Pasó de la medianoche, recuerdos por olvidar
La cobija que me abriga, es lo que me queda
Pasó de la medianoche
Escrita por: Allan Medeiros Duarte