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Vaso

Ana Clézia e Laudiceia

Vaso

Em minha casa tenho milhares de vaso
Vasos de honra que a mim tem agradado
Pois eu crie: Vasos cantando e meu coração tocando, vasos que pregam
Com azeite transbordando
E eu usando com poder
E autoridade
Vida restaurando

Vasos que oram e
Jejuam todo dia, que do pecado
Se desviam noite e dia
E quando eu olho para os vasos que criei eu sinto alegria
Mais, em meio a estes vasos encontrei você
Encostado, empoeirado e rachado ninguém te vê!
Por isso eu te trouxe aqui filho
Pra te dizer
Essa frieza acaba hoje!
Agora mesmo eu vou te refazer

Eu vou te quebrar de novo
Peneirar de novo, se ficar o caco
Eu te quebro de novo, quando vier o choro
Eu amasso de novo
Se for preciso piso e te refino no fogo
Eu vou te refazer, depois vou te usar
E que te humilhou vai ter que te chamar

Pois dentro desse vaso
Farei minha presença transbordar

Porém a glória vai ser minha
A presença é minha
A cura divina, também vai ser minha
Quando eu encher o povo
Batizar meu povo, diga que sou eu
O santo puro, puro fogo

Eu vou te refazer, depois vou te usar
E que te humilhou vai ter que te chamar

Pois dentro desse vaso
Farei minha presença transbordar

Porém a glória vai ser minha
A presença é minha
A cura divina, também vai ser minha
Quando eu encher o povo
Batizar meu povo, diga que sou eu
O santo puro, puro fogo

Eu vou te refazer, depois vou te usar
E que te humilhou vai ter que te chamar

Pois dentro desse vaso
Farei minha presença transbordar

Pois dentro desse vaso
Farei minha presença transbordar

Vaso

En mi casa tengo miles de vasos
Vasos de honor que me han complacido
Porque he creado: Vasos cantando y mi corazón tocando, vasos que predican
Con aceite desbordante
Y los uso con poder
Y autoridad
Restaurando vidas

Vasos que oran y
Ayunan todos los días, que del pecado
Se apartan noche y día
Y cuando miro los vasos que creé, siento alegría
Pero, en medio de estos vasos te encontré
Apoyado, polvoriento y agrietado, ¡nadie te ve!
Por eso te traje aquí, hijo
Para decirte
¡Esta frialdad termina hoy!
¡Ahora mismo te reconstruiré!

Te romperé de nuevo
Tamizaré de nuevo, si queda el fragmento
Te romperé de nuevo, cuando venga el llanto
Te aplastaré de nuevo
Si es necesario, pisaré y te refinaré en el fuego
Te reconstruiré, luego te usaré
Y quien te humilló tendrá que llamarte

Porque dentro de este vaso
Haré que mi presencia desborde

Pero la gloria será mía
La presencia es mía
La cura divina también será mía
Cuando llene al pueblo
Bautice a mi pueblo, di que soy yo
El santo puro, fuego puro

Te reconstruiré, luego te usaré
Y quien te humilló tendrá que llamarte

Porque dentro de este vaso
Haré que mi presencia desborde

Pero la gloria será mía
La presencia es mía
La cura divina también será mía
Cuando llene al pueblo
Bautice a mi pueblo, di que soy yo
El santo puro, fuego puro

Te reconstruiré, luego te usaré
Y quien te humilló tendrá que llamarte

Porque dentro de este vaso
Haré que mi presencia desborde

Porque dentro de este vaso
Haré que mi presencia desborde

Escrita por: Ana Clézia e Laudicéia