Castelos
Sempre achei que precisava
De um castelo, sempre achei
Que eu estaria salva
Que eu estaria bem
Lembrei
Que na torre mais alta viveu uma princesa
Prisioneira em seu próprio lar
Você estava
Por todos os lados
E por mais que eu tentasse te afastar
Você sempre dava um jeito de entrar
E mesmo que eu tentasse fugir
Celas e guardas sempre iriam impedir
Eu nunca te dei minha permissão
Você nunca soube aceitar um não
E eu que sempre segurei em sua mão me perdi
Mas eu tenho a chave
Em você eu confiei, os meus segredos confessei
Te mostrei minhas fraquezas
Do meu reino virou rei
Você
Minhas asas levou
E por onde passou
Uma marca real deixou
Você estava
Por todos os lados
E por mais que eu tentasse te afastar
Você sempre dava um jeito de entrar
E mesmo que eu tentasse fugir
Celas e guardas sempre iriam impedir
Eu nunca te dei minha permissão
Você nunca soube aceitar um não
E eu que sempre segurei em sua mão me perdi
Você levou minhas asas
Você me deixou sem nada
Como você pôde?
Mas pro seu azar ela pulou do último andar
E descobriu que mesmo assim
Podia voar, voar! Voar
Eu sei, tenho a chave
Sou minha cela e minha própria liberdade
Castillos
Siempre pensé que necesitaba
Un castillo, siempre pensé
Que estaría a salvo
Que estaría bien
Recordé
Que en la torre más alta vivió una princesa
Prisionera en su propio hogar
Estabas
Por todos lados
Y por más que intentara alejarte
Siempre encontrabas la manera de entrar
Y aunque intentara huir
Celdas y guardias siempre impedirían
Nunca te di mi permiso
Nunca supiste aceptar un no
Y yo, que siempre sostuve tu mano, me perdí
Pero tengo la llave
En ti confié, confesé mis secretos
Te mostré mis debilidades
De mi reino te hiciste rey
Tú
Llevaste mis alas
Y por donde pasaste
Dejaste una marca real
Estabas
Por todos lados
Y por más que intentara alejarte
Siempre encontrabas la manera de entrar
Y aunque intentara huir
Celdas y guardias siempre impedirían
Nunca te di mi permiso
Nunca supiste aceptar un no
Y yo, que siempre sostuve tu mano, me perdí
Llevaste mis alas
Me dejaste sin nada
¿Cómo pudiste?
Pero para tu desgracia, ella saltó del último piso
Y descubrió que aún así
Podía volar, ¡volar!
Sé que tengo la llave
Soy mi celda y mi propia libertad
Escrita por: Ana D'Abreu / Pedro Cavallaro / Yuri Righi