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Resto de Vida

Ana Rosa e Floray

Resto de Vida

Mais uma noite neste abandono não vou suportar
Vou sair gritando para que alguém tenha dó de mim
Vou pedir socorro, perder a vergonha e chorar também
Só assim meu bem vai compreender que não sou ruim

Se ele me ver gritando nas ruas
Vai ter piedade
Verá que alguém sem felicidade
Não vale a metade do valor que tem

Se ele sorrir ao me ver chorando
Eu não mais insisto
Do resto de vida que tenho desisto
Para nunca mais sofrer por ninguém

Mais uma noite neste abandono não vou suportar
Vou sair gritando para que alguém tenha dó de mim
Vou pedir socorro, perder a vergonha e chorar também
Só assim meu bem vai compreender que não sou ruim

Se ele me ver gritando nas ruas
Vai ter piedade
Verá que alguém sem felicidade
Não vale a metade do valor que tem

Se ele sorrir ao me ver chorando
Eu não mais insisto
Do resto de vida que tenho desisto
Para nunca mais sofrer por ninguém

Resto de Vida

Otra noche en este abandono no lo aguantaré
Salir gritando para que alguien tenga compasión de mí
Pedir ayuda, perder la vergüenza y llorar también
Solo así mi amor entenderá que no soy mala

Si me ve gritando en las calles
Tendrá piedad
Verá que alguien sin felicidad
No vale la mitad de lo que tiene

Si sonríe al verme llorar
Ya no insisto más
Del resto de vida que me queda desisto
Para no sufrir más por nadie

Otra noche en este abandono no lo aguantaré
Salir gritando para que alguien tenga compasión de mí
Pedir ayuda, perder la vergüenza y llorar también
Solo así mi amor entenderá que no soy mala

Si me ve gritando en las calles
Tendrá piedad
Verá que alguien sin felicidad
No vale la mitad de lo que tiene

Si sonríe al verme llorar
Ya no insisto más
Del resto de vida que me queda desisto
Para no sufrir más por nadie

Escrita por: Compadre Lima e Jardel