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Desahogándome en Silencio

Anástrofe

Desabafando em Silêncio

Fortaleza intransponível
Em algum lugar esquecido.
Quero pensar,falar,correr.
Recuperar o tempo perdido.

Sou prisioneiro dos meus pensamentos,
Luto pela sobrevivência.
Corrigir os erros dos outros,
As vezes duvido da minha existência.

Refrão:
Não tenho nada como aqui cheguei.
Sou navegador, conquistador e rei.
Me digam vocês então quem sou,
Antes que me consumam em dor e alento, desabafando em silêncio.
Desabafando em silêncio.

Minha prisão é química.
Viajar, não tenho escolha.
Pressão física!
Estão a espreita esperando que eu morra.
Os lobos com peles de ovelhas,
Encurralam mais um no precipício.
Ser humano eu já nem sei,
As vezes eu duvido.

Refrão:
Não tenho nada como aqui cheguei.
Sou navegador, conquistador e rei.
Me digam vocês então quem sou,
Antes que me consumam em dor e alento,
Desabafando em silêncio.

repete...

Desahogándome en Silencio

Fortaleza infranqueable
En algún lugar olvidado.
Quiero pensar, hablar, correr.
Recuperar el tiempo perdido.

Soy prisionero de mis pensamientos,
Lucho por la supervivencia.
Corregir los errores de los demás,
A veces dudo de mi existencia.

Coro:
No tengo nada como aquí llegué.
Soy navegante, conquistador y rey.
Díganme ustedes entonces quién soy,
Antes de que me consuman en dolor y aliento, desahogándome en silencio.
Desahogándome en silencio.

Mi prisión es química.
Viajar, no tengo elección.
¡Presión física!
Están al acecho esperando que yo muera.
Los lobos con pieles de oveja,
Atrapan a uno más en el precipicio.
Ya ni sé qué es ser humano,
A veces dudo.

Coro:
No tengo nada como aquí llegué.
Soy navegante, conquistador y rey.
Díganme ustedes entonces quién soy,
Antes de que me consuman en dolor y aliento,
Desahogándome en silencio.

repite...

Escrita por: Paulo Bruxo, Josué de Láia