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Miento a quien pregunte

ANAVITÓRIA

Minto pra quem perguntar

Pra quem vê, as coisas continuam sendo as mesmas
Eu molho as minhas flores com frequência
Saio às nove pro mesmo lugar
Eu penso em te avisar
Mas penso que não tem por que
Você saber das coisas da minha vida
Constantemente eu busco uma saída
Pros impulsos que eu não quero ter
Pra não ter que me explicar

E eu minto pra quem perguntar
E finjo que tá tudo bem
Pra ninguém, enfim
Nem eu acredito em mim
E eu posso até dizer que sim
E posso até me disfarçar
Mas não dá pra ser assim
Nem eu acredito em mim

(Uh-uh-uh-uh-uh-uh)

Pra quem vê, os dias continuam sendo sempre
Impessoalidade inocentes
Frases prontas, superficiais
Amores ideais
Alguém pergunta de você
E eu respondo sempre a mesma coisa
Invariavelmente a mesma coisa
Que acabou e é melhor assim
Pra não ter que me explicar

Eu minto pra quem perguntar
E finjo que tá tudo bem
Pra ninguém, enfim
Nem eu acredito em mim
E eu posso até dizer que sim
E posso até me disfarçar
Mas não dá pra ser assim
Nem eu acredito em mim

(Uh-uh-uh, uh-uh-uh)
Nem eu acredito em mim
Eu minto pra quem perguntar
Nem eu acredito em mim
(Uh-uh-uh)
Nem eu acredito em mim
Nem eu acredito em mim

Miento a quien pregunte

Para quien ve, las cosas siguen siendo las mismas
Riego mis flores con frecuencia
Salgo a las nueve al mismo lugar
Pienso en avisarte
Pero creo que no hay razón
Para que sepas de mi vida
Constantemente busco una salida
Para los impulsos que no quiero tener
Para no tener que explicarme

Y miento a quien pregunte
Y finjo que todo está bien
Para nadie, al final
Ni yo creo en mí
Y puedo hasta decir que sí
Y puedo hasta disfrazarme
Pero no se puede así
Ni yo creo en mí

(Uh-uh-uh-uh-uh-uh)

Para quien ve, los días siguen siendo siempre
Impersonalidad inocente
Frases hechas, superficiales
Amores ideales
Alguien pregunta por ti
Y siempre respondo lo mismo
Invariablemente lo mismo
Que se acabó y es mejor así
Para no tener que explicarme

Miento a quien pregunte
Y finjo que todo está bien
Para nadie, al final
Ni yo creo en mí
Y puedo hasta decir que sí
Y puedo hasta disfrazarme
Pero no se puede así
Ni yo creo en mí

(Uh-uh-uh, uh-uh-uh)
Ni yo creo en mí
Miento a quien pregunte
Ni yo creo en mí
(Uh-uh-uh)
Ni yo creo en mí
Ni yo creo en mí

Escrita por: Ana Clara Caetano, Joao Ferreira