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No hay consuelo

Âncora

Não Há Conforto

Não posso apagar as coisas que eu fiz
Foi uma longa caminhada até aqui
E eu nunca obriguei ninguém a entender

Enquanto luto e procuro razão
Me sinto em queda livre próximo ao chão
E já não tenho medo de me arrepender

Me leve de volta pro meu lugar
Sinto que estou onde ninguém deve estar
Meus olhos enxergam o que já se foi
Meu corpo se deixa levar, pelas ondas desse mar

De nada vale recomeçar sem ao menos saber minhas razões
Não vou deixar que minhas fraquezas me impeçam de ter reações
Talvez eu esteja disposto a crer que posso ter o que eu quiser
Não há conforto no caminho pra onde eu quero chegar

Não há descanso pra quem quer alcançar
Não há descanso pra quem quer alcançar

Me leve de volta pro meu lugar
Sinto que estou onde ninguém deve estar
Meus olhos enxergam o que já se foi
Meu corpo se deixa levar, pelas ondas desse mar

No hay consuelo

No puedo borrar las cosas que hice
Fue un largo camino hasta aquí
Y nunca obligué a nadie a entender

Mientras lucho y busco razón
Me siento en caída libre cerca del suelo
Y ya no tengo miedo de arrepentirme

Llévame de vuelta a mi lugar
Siento que estoy donde nadie debería estar
Mis ojos ven lo que ya se fue
Mi cuerpo se deja llevar por las olas de este mar

De nada sirve empezar de nuevo sin siquiera saber mis razones
No permitiré que mis debilidades me impidan reaccionar
Tal vez esté dispuesto a creer que puedo tener lo que quiero
No hay consuelo en el camino hacia donde quiero llegar

No hay descanso para quien quiere alcanzar
No hay descanso para quien quiere alcanzar

Llévame de vuelta a mi lugar
Siento que estoy donde nadie debería estar
Mis ojos ven lo que ya se fue
Mi cuerpo se deja llevar por las olas de este mar

Escrita por: Felipe Barboza / Johnny D'avila