Pranto Escondido
Não tenhas piedade, pode ir embora
Ficarei aqui
Estou pressentindo, é chegada a hora
Você vai partir
Tentarei ser forte na batalha contra
O meu dissabor
É melhor assim que prender alguém
Que não me tem amor
Não tenhas piedade, pode ir embora
A vida é assim
Você não tem culpa de não me amar
E não gostar de mim
Essa é a lei sempre quando a gente
Entrega o coração
Terminar sozinho chorando a mágoa
Da desilusão
Aqui nessa casa de hoje em diante
Tudo vai ser triste
Vai morrer agora toda a alegria
Que em mim existe
Cada objeto que eu for tocar
Vai lembrar você
Porém só me resta chorar escondido
Para ninguém ver
Não tenhas piedade, pode ir embora
A vida é assim
Você não tem culpa de não me amar
E não gostar de mim
Essa é a lei sempre quando a gente
Entrega o coração
Terminar sozinho chorando a mágoa
Da desilusão
Aqui nessa casa de hoje em diante
Tudo vai ser triste
Vai morrer agora toda a alegria
Que em mim existe
Cada objeto que eu for tocar
Vai lembrar você
Porém só me resta chorar escondido
Para ninguém ver
Llanto Oculto
No tengas piedad, puedes irte
Me quedaré aquí
Siento que ha llegado el momento
Te vas a marchar
Intentaré ser fuerte en la batalla contra
Mi desdicha
Es mejor así que retener a alguien
Que no me ama
No tengas piedad, puedes irte
Así es la vida
No tienes la culpa de no amarme
Y de no gustarte
Esta es la ley siempre que uno
Entrega su corazón
Terminar solo llorando la pena
De la desilusión
Aquí en esta casa de ahora en adelante
Todo será triste
Morirá ahora toda la alegría
Que hay en mí
Cada objeto que toque
Me recordará a ti
Pero solo me queda llorar escondido
Para que nadie vea
No tengas piedad, puedes irte
Así es la vida
No tienes la culpa de no amarme
Y de no gustarte
Esta es la ley siempre que uno
Entrega su corazón
Terminar solo llorando la pena
De la desilusión
Aquí en esta casa de ahora en adelante
Todo será triste
Morirá ahora toda la alegría
Que hay en mí
Cada objeto que toque
Me recordará a ti
Pero solo me queda llorar escondido
Para que nadie vea
Escrita por: Ronaldo Adriano, Rubens Avelino