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O Último Nome Daquele Papel

André Negromonte

Ah se o mundo fosse como foi um dia
Cheio de cores, sem peso, só alegria
Onde detalhes eram riscos de uma nova invenção
Uma palavra certa no lugar com interrogação

O que seria? Quem é você?
Fechando mais um ciclo, viver, aprender
Mentiria se soubesse sobre o amor
A calmaria, em uma coincidência, um sabor

Uma folha de papel, números, palavras
Surpresa: Seu nome na página, onde terminava
Não sei se foi de propósito
Não sei se foi com um propósito

E foi assim que aprendi a amar
Pela primeira vez de verdade fui me apaixonar
E como te amei, e ainda hoje consigo dizer
E em todo esse tempo, a pergunta que guardo: Por quê?

Ah se o mundo fosse como foi um dia
Cheio de cores, sem peso, só alegria
Onde detalhes eram riscos de uma nova invenção
Uma palavra certa no lugar com interrogação

O que seria? Quem é você?
Fechando mais um ciclo, viver, aprender
Mentiria se soubesse sobre o amor
A calmaria, em uma coincidência, um sabor

Uma folha de papel, números, palavras
Surpresa: Seu nome na página, onde terminava
Não sei se foi de propósito
Não sei se foi com um propósito

E foi assim que aprendi a amar
Pela primeira vez de verdade fui me apaixonar
E como te amei, e ainda hoje consigo dizer
E em todo esse tempo, a pergunta que guardo: Por quê?

Não me arrependo, mas faria diferente
O que mudaria, nem sei, talvez: A gente?
Ah se o mundo fosse como foi um dia

E foi assim que aprendi a amar
Pela primeira vez de verdade fui me apaixonar
E como te amei, e ainda hoje consigo dizer
E em todo esse tempo, a pergunta que guardo: Por quê?

O último nome daquele papel
E em todo esse tempo, a pergunta que guardo: Por quê?

Escrita por: André Negromonte