Vai pro Inferno
Você me traz um beneficio
Que quer ser tolo e maldito
Você me faz um juramento
Pra tentar ser meu alimento.
O que acontece é que eu não tenho mais joelhos
pra ficar me degradando e me jogando ao seus pés
Não sou brinquedo, eu concedo meu enredo
E se eu retroceder, não vou seguir contra a maré
O que acontece é que eu não quero ser escrava
De uma mágoa que me cala quando eu estou aqui
Não sou tijolo, logradouro nem tesouro,
muito menos nascedouro para você morar em mim.
Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.
Você me traz um desapego
Pra tentar ser o meu conselho
Você me faz a diferença
Em nome da cruz, eu quebro a crença.
O que acontece é que eu não tenho paciência
pra aguardar uma sentença que pois já sei qual é o fim.
Não sou parede, nem tapete, nem encosto,
sou apenas o oposto que voce quer perseguir
O que acontece é que eu não tenho mais juizo
e ainda utilizo meus ouvidos pra te reger
Não sou tablado, não sou palco, nem cortiço,
o palhaço desse circo encantado é você.
Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.
O que acontece é que eu não tenho paciência
pra aguardar uma sentença que pois já sei qual é o fim.
Não sou parede, nem tapete, nem encosto,
sou apenas o oposto que voce quer perseguir
O que acontece é que eu não tenho mais juizo
e ainda utilizo meus ouvidos pra te reger
Não sou tablado, não sou palco, nem cortiço,
o palhaço desse circo encantado é você.
Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.
Vai...
Vai pro inferno
Com teus amores subalternos.
Vete al Infierno
Me traes un beneficio
Quieres ser tonto y maldito
Me haces un juramento
Para intentar ser mi alimento.
Lo que sucede es que ya no tengo rodillas
para seguir degradándome y arrojándome a tus pies
No soy un juguete, concedo mi trama
Y si retrocedo, no iré en contra de la corriente
Lo que sucede es que no quiero ser esclava
De un dolor que me silencia cuando estoy aquí
No soy ladrillo, callejón ni tesoro,
mucho menos cuna para que vivas en mí.
Vete...
Vete al infierno
Con tus amores subalternos.
Me traes un desapego
Para intentar ser mi consejo
Me haces la diferencia
En nombre de la cruz, rompo la creencia.
Lo que sucede es que ya no tengo paciencia
para esperar una sentencia que ya sé cuál es el final
No soy pared, ni tapete, ni respaldo,
soy simplemente lo opuesto que quieres perseguir
Lo que sucede es que ya no tengo juicio
y aún uso mis oídos para dirigirte
No soy tablado, no soy escenario, ni tugurio,
el payaso de este circo encantado eres tú.
Vete...
Vete al infierno
Con tus amores subalternos.
Lo que sucede es que ya no tengo paciencia
para esperar una sentencia que ya sé cuál es el final
No soy pared, ni tapete, ni respaldo,
soy simplemente lo opuesto que quieres perseguir
Lo que sucede es que ya no tengo juicio
y aún uso mis oídos para dirigirte
No soy tablado, no soy escenario, ni tugurio,
el payaso de este circo encantado eres tú.
Vete...
Vete al infierno
Con tus amores subalternos.
Vete...
Vete al infierno
Con tus amores subalternos.
Escrita por: Andrea Amorim