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En Cada Verso, En Cada Samba

Ângela Maria

Em Cada Verso, Em Cada Samba

Se eu, subisse o morro para te buscar,
Na certa aquela gente iria ter,
Motivos mil para de mim zombar.

Qualquer um, nestas questões pode voltar atrás,
Pedir perdão, no amor é tão comum,
As soluções são sempre iguais,
Mau eu não, nunca mais.

Ah! se, eu vou ficando mesmo por aqui,
Deixa, deixa eu tocar meu violão, sentir,
Deixa eu fazer minhas canções,
Para o povo cantar.

Se eu, subisse o morro para te buscar,
Na certa aquela gente iria ter,
Motivos mil para de mim zombar.

Qualquer um, nestas questões pode voltar atrás,
Pedir perdão, no amor é tão comum,
As soluções são sempre iguais,
Mau eu não, nunca mais.

Ah! se, eu vou ficando mesmo por aqui,
Deixa, deixa eu tocar meu violão, sentir,
Deixa eu fazer minhas canções,
Para o povo cantar.

Então, porque subir o morro à toa e me humilhar,
Se em cada verso tu me entendes muito bem,
Se em cada samba eu te peço pra voltar.

En Cada Verso, En Cada Samba

Si subiera al cerro a buscarte,
Seguro que esa gente tendría
Mil motivos para burlarse de mí.

Cualquiera, en estas cuestiones puede echarse atrás,
Pedir perdón, en el amor es tan común,
Las soluciones siempre son las mismas,
Yo no, nunca más.

¡Ah! si me quedo por aquí,
Déjame tocar mi guitarra, sentir,
Déjame hacer mis canciones,
Para que la gente cante.

Si subiera al cerro a buscarte,
Seguro que esa gente tendría
Mil motivos para burlarse de mí.

Cualquiera, en estas cuestiones puede echarse atrás,
Pedir perdón, en el amor es tan común,
Las soluciones siempre son las mismas,
Yo no, nunca más.

¡Ah! si me quedo por aquí,
Déjame tocar mi guitarra, sentir,
Déjame hacer mis canciones,
Para que la gente cante.

Entonces, ¿por qué subir al cerro en vano y humillarme,
Si en cada verso me entiendes muy bien,
Si en cada samba te pido que vuelvas?

Escrita por: Evaldo Gouveia / Jair Amorim