Sete Rosas
São sete rosas vermelhas
Nenhum espinho não há
São sete rosas vermelhas
Que eu deixo lá
É noite escura
É noite, lá vou eu
Sozinha e triste andando
Lá vou eu
Carrego em mim
O peso de um amor
Escravo eu sou
Capacho eu sou
Do mesmo amor
Na rua em cruz eu planto a minha fé
Algo me dê o dono deste chão
Batei o meu coração
O meu destino também
Não posso mais
Não vivo mais
Não sou ninguém
Segunda-feira é dia de pedir
Meia-noite é hora de cantar
Eu peço cantando por mim
Nas sombras das noites sem fim
Pra todo o meu mal se acabar
Siete Rosas
Son siete rosas rojas
No hay espinas
Son siete rosas rojas
Que dejo allí
Es una noche oscura
Es noche, allá voy yo
Sola y triste caminando
Allá voy yo
Llevo en mí
El peso de un amor
Esclavo soy
Felpudo soy
Del mismo amor
En la calle en cruz siembro mi fe
Algo me dé el dueño de esta tierra
Golpea mi corazón
Mi destino también
Ya no puedo más
Ya no vivo más
No soy nadie
El lunes es día de pedir
A medianoche es hora de cantar
Pido cantando por mí
En las sombras de las noches sin fin
Para que todo mi mal se acabe
Escrita por: Evaldo Gouveia / Jair Amorim