Balada Da Arrasada
Entregou-se sem um zelo ao apelo de sorrir
Ofertou-se inteira e dócil a um fácil seduzir
Sem saber que o destino diz verdades ao mentir
Doce ilusão do amor
Doce ilusão do amor
Arrasada, acabada, maltratada, torturada
Desprezada, liquidada, sem estrada pra fugir
Tenho pena da pequena que no amor foi se iludir
Tadinha dela
Tadinha dela
Hoje vive biritada sem ter nem onde cair
Do Acapulco à calçada ou em frente ao Samir
Ela busca toda noite algo pra se divertir
Mas não encontra, não
Mas não encontra, não
Desespera dessa espera por alguém pra lhe ouvir
Sente um frio na costela e uma ânsia de sumir
Transa modelito forte, comprimidos pra dormir
E não acorda mais
E não acorda mais
Balada de la Destrozada
Entregó sin cuidado al llamado de sonreír
Se ofreció por completo y dócil a una seducción fácil
Sin saber que el destino dice verdades al mentir
Dulce ilusión del amor...
Dulce ilusión del amor...
Destrozada, acabada, maltratada, torturada
Despreciada, liquidada, sin camino para escapar
Me da pena la pobre que en el amor se ilusionó
Pobrecita ella...
Pobrecita ella...
Hoy vive embriagada sin tener ni dónde caer
Desde Acapulco hasta la acera o frente a Samir
Busca cada noche algo para divertirse
Pero no encuentra, no...
Pero no encuentra, no...
Desespera de esta espera por alguien que la escuche
Siente un frío en las costillas y un deseo de desaparecer
Toma pastillas fuertes, comprimidos para dormir
Y ya no despierta más...
Y ya no despierta más...