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Artificial

Anjos Do Hanngar

Artificial

Não prometi o céu e nem ser seu.
Acho que o seu ego inflou e o id esqueceu
Que nem tudo é possível; política e amor
Pode detonar o míssel, me ferver no vapor

Cuspindo os dentes você vai entender
Que o pranto que eu te dei não foi por prazer
Viver é repetir o esforço de aprender
E você sempre soube demais!
Cometendo erros iguais
Não me deu um instante de paz
Que dizer dos beijos a mais?
Bons! Bons demais!
Bons, mas artificiais!

Beijos de ator com um texto previsível
se isso lhe tem valor
Me difame como quiser em frente ao ventilador
Mas seu negro terrorismo foi lixo e o luxo acabou

Cuspindo os dentes você vai entender
Que o pranto que eu te dei não foi por prazer
Viver é repetir o esforço de aprender
E você sempre soube demais!
Cometendo erros iguais
Não me deu um instante de paz
Que dizer dos beijos a mais?
Bons! Bons demais!
Bons, mas artificiais!
E você sempre soube demais!
Cometendo erros iguais
Bons! Bons demais!
Bons, mas artificiais!
Bons, mas artificiais!

Artificial

No prometí el cielo ni ser tuyo.
Creo que tu ego se infló y el id olvidó
Que no todo es posible; política y amor
Pueden detonar el misil, hervirme en vapor

Escupiendo los dientes entenderás
Que las lágrimas que te di no fueron por placer
Vivir es repetir el esfuerzo de aprender
¡Y siempre supiste demasiado!
Cometiendo los mismos errores
No me diste un instante de paz
¿Qué decir de los besos de más?
¡Buenos! ¡Demasiado buenos!
¡Buenos, pero artificiales!

Besos de actor con un guion predecible
Si eso tiene valor para ti
Difámame como quieras frente al ventilador
Pero tu terrorismo negro fue basura y el lujo se acabó

Escupiendo los dientes entenderás
Que las lágrimas que te di no fueron por placer
Vivir es repetir el esfuerzo de aprender
¡Y siempre supiste demasiado!
Cometiendo los mismos errores
No me diste un instante de paz
¿Qué decir de los besos de más?
¡Buenos! ¡Demasiado buenos!
¡Buenos, pero artificiales!
¡Y siempre supiste demasiado!
Cometiendo los mismos errores
¡Buenos! ¡Demasiado buenos!
¡Buenos, pero artificiales!
¡Buenos, pero artificiales!

Escrita por: Marco Vasconcellos