Pra Desbotar a Saudade (part. Jefferson Moraes)
Faço da noite, criança
Da estrela, esperança
E abajur do luar
Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito
Pra te repousar
Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito
Lá dentro de mim
Seu coração me acompanha
Em forma de manha
Pra eu te cantar
Quando te toco, arrepio
Num beijo, deliro
Parece que vou flutuar
Quando os teus braços me apertam
Sua voz me desperta
Pra eu te amar
Água nascente nas serras
Que lavam as pedras
Imóveis no chão
Corre entre matos e cantos
Riachos e rios
Regados em ribeirão
Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal
Faço da noite, criança
Da estrela, esperança
E abajur do luar
Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito
Pra te repousar
Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito
Lá dentro de mim
Seu coração me acompanha
Em forma de manha
Pra eu te cantar
Quando te toco, arrepio
Num beijo, deliro
Parece que vou flutuar
Quando os teus braços me apertam
Sua voz me desperta
Pra eu te amar
Água nascente nas serras
Que lavam as pedras
Imóveis no chão
Corre entre matos e cantos
Riachos e rios
Regados em ibeirão
Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal
Para Desvanecer la Nostalgia (part. Jefferson Moraes)
Hago de la noche, niño
De la estrella, esperanza
Y lámpara de luna
Cubro mi pecho de plumas
Que es como un lecho
Para que descanses
Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito
Allá dentro de mí
Tu corazón me acompaña
En forma de maña
Para cantarte
Cuando te toco, me erizo
En un beso, deliro
Parece que voy a flotar
Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta
Para amarte
Agua naciente en las sierras
Que lavan las piedras
Inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y cantos
Arroyos y ríos
Regados en arroyuelo
Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro
Hago de la noche, niño
De la estrella, esperanza
Y lámpara de luna
Cubro mi pecho de plumas
Que es como un lecho
Para que descanses
Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito
Allá dentro de mí
Tu corazón me acompaña
En forma de maña
Para cantarte
Cuando te toco, me erizo
En un beso, deliro
Parece que voy a flotar
Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta
Para amarte
Agua naciente en las sierras
Que lavan las piedras
Inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y cantos
Arroyos y ríos
Regados en arroyuelo
Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro