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Para Desvanecer la Nostalgia (part. Jefferson Moraes)

Anna Moraes

Pra Desbotar a Saudade (part. Jefferson Moraes)

Faço da noite, criança
Da estrela, esperança
E abajur do luar

Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito
Pra te repousar

Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito
Lá dentro de mim

Seu coração me acompanha
Em forma de manha
Pra eu te cantar

Quando te toco, arrepio
Num beijo, deliro
Parece que vou flutuar

Quando os teus braços me apertam
Sua voz me desperta
Pra eu te amar

Água nascente nas serras
Que lavam as pedras
Imóveis no chão

Corre entre matos e cantos
Riachos e rios
Regados em ribeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal

Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal

Faço da noite, criança
Da estrela, esperança
E abajur do luar

Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito
Pra te repousar

Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito
Lá dentro de mim

Seu coração me acompanha
Em forma de manha
Pra eu te cantar

Quando te toco, arrepio
Num beijo, deliro
Parece que vou flutuar

Quando os teus braços me apertam
Sua voz me desperta
Pra eu te amar

Água nascente nas serras
Que lavam as pedras
Imóveis no chão

Corre entre matos e cantos
Riachos e rios
Regados em ibeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal

Apaga seu nome na areia
Sem deixar sinal

Para Desvanecer la Nostalgia (part. Jefferson Moraes)

Hago de la noche, niño
De la estrella, esperanza
Y lámpara de luna

Cubro mi pecho de plumas
Que es como un lecho
Para que descanses

Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito
Allá dentro de mí

Tu corazón me acompaña
En forma de maña
Para cantarte

Cuando te toco, me erizo
En un beso, deliro
Parece que voy a flotar

Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta
Para amarte

Agua naciente en las sierras
Que lavan las piedras
Inmóviles en el suelo

Corre entre matorrales y cantos
Arroyos y ríos
Regados en arroyuelo

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro

Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro

Hago de la noche, niño
De la estrella, esperanza
Y lámpara de luna

Cubro mi pecho de plumas
Que es como un lecho
Para que descanses

Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito
Allá dentro de mí

Tu corazón me acompaña
En forma de maña
Para cantarte

Cuando te toco, me erizo
En un beso, deliro
Parece que voy a flotar

Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta
Para amarte

Agua naciente en las sierras
Que lavan las piedras
Inmóviles en el suelo

Corre entre matorrales y cantos
Arroyos y ríos
Regados en arroyuelo

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro

Borra tu nombre en la arena
Sin dejar rastro

Escrita por: Fátima Leão