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Convivencia

Anna Paula Miguez

Convivência

Que pena
Hoje percebi que nunca vou fazer você enxergar
A trave, a diferença, grãos de areia, o castelo pode desabar
Te cobro o que sempre quis
Lembrei até de sonhos esquecidos em algum lugar
Mas quando eu te descobri voltei mesmo sem perceber a acreditar

Investi na igualdade, me doei
Reinventei as minhas bases, me entreguei


Adeus porto seguro Adeus calmaria
Adeus monotonia
Adeus

Fui além dos meus limites, sem delimitações
E agora já não sei quem sou
Extravasei, transbordei, explodi
Estou dentro e fora
Sou contra e ao mesmo tempo a favor

Convivencia

Qué tristeza
Hoy me di cuenta de que nunca lograré que veas
La viga, la diferencia, granos de arena, el castillo puede derrumbarse
Te reclamo lo que siempre quise
Recordé incluso sueños olvidados en algún lugar
Pero cuando te descubrí, volví a creer sin siquiera darme cuenta

Invertí en la igualdad, me entregué
Reinventé mis bases, me entregué

Adiós puerto seguro, adiós calma
Adiós monotonía
Adiós

Fui más allá de mis límites, sin limitaciones
Y ahora ya no sé quién soy
Desbordé, rebalsé, exploté
Estoy dentro y fuera
Estoy en contra y al mismo tiempo a favor

Escrita por: Anna Paula Miguez / Márcia Oliveira