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Clandestino

Anselmo Quinto

Clandestino

Sou um clandestino
Nesse mundo azul
Corro, acordo cedo
Ouço rock e blues

Sou um estrangeiro
Semideus brasileiro
Quem é que vai me traduzir
São os meus segredos
Que revelam prazer
De lutar pela vida, por ela sobreviver

Sou um Clandestino sem passaporte
Espero que me absorvam
No seu leito de morte

Corra da chuva e me aqueço no Sol
Meu amor é plural, singular é o prazer
Decoro na minha mente o dia que vai nascer
Vendo em vídeo cassete, Cazuza pedir para viver

Sou um clandestino sem passaporte
Espero que me absorvam
No meu leito de morte

Clandestino

Soy un clandestino
En este mundo azul
Corro, me levanto temprano
Escucho rock y blues

Soy un extranjero
Semidiós brasileño
¿Quién va a traducirme?
Son mis secretos
Los que revelan placer
De luchar por la vida, por sobrevivir

Soy un clandestino sin pasaporte
Espero que me absorban
En tu lecho de muerte

Corro de la lluvia y me caliento con el sol
Mi amor es plural, el placer es singular
Memorizo en mi mente el día que va a amanecer
Viendo en video casete a Cazuza pedir vivir

Soy un clandestino sin pasaporte
Espero que me absorban
En mi lecho de muerte

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