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Tan solo

Anselmo Quinto

Tão só

Nunca mais eu vi!
Os olhos vermelhos
Do garoto brasileiro
Que tocava blues

Nuca mais eu vi!
As luzes dos carros
Da minha cidade
E nem o circo que trazia sonhos

Estou tão só, estou sozinho
Estou tão só, estou sozinho
Engolindo estrelas e ruminando luz azul

Ainda me lembro
De certas brincadeiras
Da minha doce cruel infância
E de sonhos!
Com a minha professora
De pernas grossas
E olhos lis violeta

Estou tão só, estou sozinho
Estou tão só, estou sozinho
Engolindo estrelas e ruminando luz azul

Troquei minha mãe
Por uma foto no espelho
Meu violão pelo os pedais da minha guitarra
A vida é assim!
A gente inventa
Pode virar bicho ou alquimista

Estou tão só, estou sozinho
Estou tão só, estou sozinho
Engolindo estrelas e ruminando luz azul

Estou tão só, estou sozinho
Estou tão só, estou sozinho
Engolindo estrelas e ruminando luz azul

Tan solo

Nunca más vi
Los ojos rojos
Del chico brasileño
Que tocaba blues

Nunca más vi
Las luces de los autos
De mi ciudad
Y ni el circo que traía sueños

Estoy tan solo, estoy solo
Estoy tan solo, estoy solo
Tragando estrellas y rumiando luz azul

Todavía recuerdo
Algunas travesuras
De mi dulce y cruel infancia
¡Y sueños!
Con mi profesora
De piernas gruesas
Y ojos lila

Estoy tan solo, estoy solo
Estoy tan solo, estoy solo
Tragando estrellas y rumiando luz azul

Cambié a mi madre
Por una foto en el espejo
Mi guitarra por los pedales de mi guitarra
¡Así es la vida!
Uno inventa
Puede convertirse en bestia o alquimista

Estoy tan solo, estoy solo
Estoy tan solo, estoy solo
Tragando estrellas y rumiando luz azul

Estoy tan solo, estoy solo
Estoy tan solo, estoy solo
Tragando estrellas y rumiando luz azul

Escrita por: Anselmo Quinto e Genny Xavier