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Nostalgia de Mi Tierra

Antoninho da Fronteira

Saudades da Minha Terra

Saudades da Minha Terra


Sinto saudades da minha terra
Dos meus amigos e dos meus irmãos
Sinto saudades da minha querência
Do fogo grande lá no galpão

Sinto saudades da gauchinha
E do pingo amigo e não agüento mais
Me dão licença, companheirada,
Que dou de rédia e volto pra trás

Sinto saudades lá do rodeio
Do gado chucro e da marcação
Sinto saudades da chimarrita
Das noites alegres e da tradição

Sinto saudades da gauchinha
E do pingo amigo e não agüento mais
Me dão licença, companheirada
Que dou de rédia e volto pra trás

Lá no Rio Grande se dança a Chula
Se toma canha e o chimarrão
Aqui distante sinto saudades
Chora magoado meu coração

Sinto saudades da gauchinha
E do pingo amigo e não agüento mais
Me dão licença, companheirada
Que dou de rédia e volto pra trás

Na minha terra se vê beleza
Pelas coxilhas que estão brilhando
Até parece que ainda vejo
A gauchinha lá me chamando

Nostalgia de Mi Tierra

Nostalgia de Mi Tierra

Extraño mi tierra
A mis amigos y hermanos
Extraño mi lugar de origen
El gran fuego en el galpón

Extraño a la gauchita
Y al caballo amigo, ya no aguanto más
Permítanme, compañeros,
Que doy media vuelta y regreso

Extraño el rodeo
El ganado salvaje y la marca
Extraño la chimarrita
Las noches alegres y la tradición

Extraño a la gauchita
Y al caballo amigo, ya no aguanto más
Permítanme, compañeros
Que doy media vuelta y regreso

En Rio Grande se baila la Chula
Se toma caña y mate
Aquí lejos, extraño
Mi corazón llora afligido

Extraño a la gauchita
Y al caballo amigo, ya no aguanto más
Permítanme, compañeros
Que doy media vuelta y regreso

En mi tierra se ve belleza
Por las colinas que brillan
Casi parece que aún veo
A la gauchita llamándome

Escrita por: Antoninho Da Fronteira