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Después

Antônio Marcos

Depois

Depois
O riso se apagou
A primavera se escondeu de mim
Meu passo louco pela estrada
O grito rouco, a voz cansada
Meu desespero sem perdão.

Quando você me disse adeus
Eu nem podia contestar se quer
Achei melhor ficar calado
Eu realmente fui culpado
Dos problemas de nós dois.

Sabe, amor
Às vezes eu procuro algum carinho
Pra esquecer o tempo que passou
Quando vou tentar
Seu rosto se reflete nos meus olhos
E eu não posso mais me enganar.

E a lembrança triste
Não resiste acreditar
Que algum amigo meu
Possa ficar em meu lugar
Vivendo, eu sei
Nos braços seus
Que sempre foram meus.

Quando você me disse adeus
Eu nem podia contestar se quer
Achei melhor ficar calado
Eu realmente fui culpado
Dos problemas de nós dois.

Sabe, amor
Às vezes eu procuro algum carinho
Pra esquecer o tempo que passou
Quando vou tentar
Seu rosto se reflete nos meus olhos
E eu não posso mais me enganar.

E a lembrança triste
Não resiste acreditar
Que algum amigo meu
Possa ficar em meu lugar
Vivendo, eu sei
Nos braços seus
Que sempre foram meus.

É tarde, amor
Os erros cometidos foram grandes
E você não pode perdoar
Só agora eu sei
Que a única importância
em minha vida
Era viver bem perto de você.

Meus olhos que eram frios
Aprenderam a chorar
Meus passos que eram firmes
Já não sabem caminhar
E os amigos meus
Cometam tristes:
"Que eu não existo mais!"

Después

Después
La risa se apagó
La primavera se escondió de mí
Mis pasos locos por la carretera
El grito ronco, la voz cansada
Mi desesperación sin perdón.

Cuando me dijiste adiós
Ni siquiera podía discutir
Pensé que era mejor quedarme callado
Realmente fui culpable
De los problemas entre nosotros dos.

Sabes, amor
A veces busco un poco de cariño
Para olvidar el tiempo que pasó
Cuando intento
Tu rostro se refleja en mis ojos
Y ya no puedo engañarme.

Y el recuerdo triste
No puede resistir creer
Que algún amigo mío
Pueda ocupar mi lugar
Viviendo, sé
En tus brazos
Que siempre fueron míos.

Cuando me dijiste adiós
Ni siquiera podía discutir
Pensé que era mejor quedarme callado
Realmente fui culpable
De los problemas entre nosotros dos.

Sabes, amor
A veces busco un poco de cariño
Para olvidar el tiempo que pasó
Cuando intento
Tu rostro se refleja en mis ojos
Y ya no puedo engañarme.

Y el recuerdo triste
No puede resistir creer
Que algún amigo mío
Pueda ocupar mi lugar
Viviendo, sé
En tus brazos
Que siempre fueron míos.

Es tarde, amor
Los errores cometidos fueron grandes
Y tú no puedes perdonar
Solo ahora sé
Que la única importancia
En mi vida
Era vivir cerca de ti.

Mis ojos que eran fríos
Aprendieron a llorar
Mis pasos que eran firmes
Ya no saben caminar
Y mis amigos
Dicen tristes:
'¡Que ya no existo más!'

Escrita por: Antonio Marcos