Com Carinho e Saudade
Mais uma vez,
Volto a escrever,
Pra lhe falar da solidão!
Eu não vivo em paz, meu bem!
Tão distante assim,
Se eu ficar longe de casa,
Vou morrer!
Preciso ver Linda crescer!
Quero rever os campos meus,
Tudo que eu plantei, meu bem,
Pode até morrer!
Teus carneiros, tão pequenos,
Vão sofrer!
Por isso, eu escrevo
Pra lhe contar, meu bem,
Que a saudade pode me matar.
Por isso, eu escrevo
Pra lhe contar, meu bem,
Que a saudade pode me matar.
Você precisa só me perdoar!
Por isso, eu escrevo
Pra lhe contar, meu bem,
Que a saudade pode me matar.
Por isso, eu escrevo
Pra lhe contar, meu bem,
Que a saudade pode me matar.
Você precisa só me perdoar!
Con Cariño y Nostalgia
Una vez más,
Vuelvo a escribir,
Para hablarte de la soledad.
¡No vivo en paz, mi amor!
Tan lejos así,
Si me quedo lejos de casa,
¡Voy a morir!
¡Necesito ver a Linda crecer!
Quiero volver a ver mis campos,
Todo lo que sembré, mi amor,
Puede incluso morir.
Tus ovejas, tan pequeñas,
Van a sufrir.
Por eso, escribo
Para contarte, mi amor,
Que la nostalgia puede matarme.
Por eso, escribo
Para contarte, mi amor,
Que la nostalgia puede matarme.
¡Solo necesitas perdonarme!
Por eso, escribo
Para contarte, mi amor,
Que la nostalgia puede matarme.
Por eso, escribo
Para contarte, mi amor,
Que la nostalgia puede matarme.
¡Solo necesitas perdonarme!
Escrita por: Antonio Marcos / Sérgio Sá