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Samurai Negro

Antraz Mentalz

Samurai Negro

Eu vou me jogar daqui
Porque não sei mais o que faço da minha vida
Que agonia
Tem muita gente atrás de mim me perseguindo
E também atrás da minha família

Realmente não vejo saída nessa porra que eu vivo
Esse é o meu destino
Sozinho com a espada na mão
Degolando inimigos que vejo pelo caminho

Coroa de espinho realmente não é pra mim
Nunca vai ser
Não vim aqui pra ser Jesus Cristo
Não minto
É matando que eu tenho prazer

Quem diria
Quem me ver na rua não me dá nada
Mas todos correm se afugentando
Quando o metal brilha jogando cabeças na água

Só o osso
As vezes parece que a roupa está andando sozinha
Mas não julgue o livro pela capa
Porque ainda tô valendo mais do que a sua vida

Mato toda a sua família
Se me olhar torto te mando pro chão
Não tenho remorso
Não dou perdão

Quando eu passo todos prestam atenção
E tentam por um minuto me olhar lutando
Pra ver se aprende alguma coisa
Mas o máximo que conseguem ver
São os corpos abertos e quase sem roupa

A minha maldade ainda é pouca
Nem comecei a carnificina
Mas podem esperar sentados
De olhos abertos pra não ser a próxima vitima

Samurai Negro

Voy a lanzarme desde aquí
Porque ya no sé qué hacer con mi vida
Qué agonía
Hay mucha gente detrás de mí persiguiéndome
Y también detrás de mi familia

Realmente no veo salida en esta mierda en la que vivo
Este es mi destino
Solo con la espada en la mano
Decapitando enemigos que veo en mi camino

Corona de espinas realmente no es para mí
Nunca lo será
No vine aquí para ser Jesucristo
No miento
Es matando que encuentro placer

Quién lo diría
Quien me ve en la calle no me da nada
Pero todos corren asustados
Cuando el metal brilla arrojando cabezas al agua

Solo los huesos
A veces parece que la ropa está caminando sola
Pero no juzgues el libro por la tapa
Porque sigo valiendo más que tu vida

Mato a toda tu familia
Si me miras mal te tiro al suelo
No tengo remordimientos
No doy perdón

Cuando paso todos prestan atención
Y tratan por un minuto de verme luchar
Para ver si aprenden algo
Pero lo máximo que logran ver
Son los cuerpos abiertos y casi desnudos

Mi maldad aún es poca
Todavía no he comenzado la carnicería
Pero pueden esperar sentados
Con los ojos bien abiertos para no ser la próxima víctima

Escrita por: Antraz Mentalz