Rota
Minha mente simplesmente volta
E eu me esqueço dos sermões
Delírios de comodidade nos conformam e convencem
Sobre a forma de seguir olhando reto sem ouvir
Entre as quadras
Vai passando o ponteiro
E o meu pé quer tropeçar
E o meu pé quer tropeçar
O suor arranha, o rosto escorre
Olho o caos na palma da minha mão
Derreto e me misturo aos milhões que me carregam
E alucino na imagem daquilo
Que devia ter um pouco mais de drama
Entre as quadras
Vai passando o ponteiro
E o meu pé quer tropeçar
Vou seguindo a minha rota sem que eu possa controlar
Sem que eu possa controlar
Vou seguindo a minha rota sem que eu possa controlar
Sem que eu possa controlar
Rota
Mi mente simplemente regresa
Y me olvido de los sermones
Delirios de comodidad nos conforman y convencen
Sobre la forma de seguir mirando recto sin escuchar
Entre las cuadras
Va pasando el minutero
Y mi pie quiere tropezar
Y mi pie quiere tropezar
El sudor araña, el rostro se desliza
Miro el caos en la palma de mi mano
Me derrito y me mezclo con los millones que me llevan
Y alucino en la imagen de aquello
Que debería tener un poco más de drama
Entre las cuadras
Va pasando el minutero
Y mi pie quiere tropezar
Voy siguiendo mi ruta sin poder controlar
Sin poder controlar
Voy siguiendo mi ruta sin poder controlar
Sin poder controlar
Escrita por: Alexandre Kumpinski / Ian Ramil