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La cárcel que construí

Apolo Porto Alegre

Prisão que fiz

Tenho a vida em minhas mãos e não consigo entender
Tenho o mundo em minhas mãos e não quero entender
Porque preciso desses fantasmas
se não desejo o mesmo
O que eu tenho em minhas mãos

Eu ouço o barulho do silêncio
E tento um fim pra minha dor
Eu abro a porta e saio da
Prisão que fiz

Tenho a vida em minhas mãos e não consigo entender
Tenho o mundo em minhas mãos e não quero entender
Porque preciso desses fantasmas
se não desejo o mesmo
O que eu tenho em minhas mãos

Eu ouço o barulho do silêncio
E tento um fim pra minha dor
Eu abro a porta e saio da
Prisão que fiz

La cárcel que construí

Tengo la vida en mis manos y no logro entender
Tengo el mundo en mis manos y no quiero entender
Por qué necesito de estos fantasmas
si no deseo lo mismo
Lo que tengo en mis manos

Escucho el ruido del silencio
Y busco un final para mi dolor
Abro la puerta y salgo de la
Cárcel que construí

Tengo la vida en mis manos y no logro entender
Tengo el mundo en mis manos y no quiero entender
Por qué necesito de estos fantasmas
si no deseo lo mismo
Lo que tengo en mis manos

Escucho el ruido del silencio
Y busco un final para mi dolor
Abro la puerta y salgo de la
Cárcel que construí

Escrita por: Márcio Todi