Itabaiana É Meu Canto
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Lembrar da minha infância
Que vivi por lá
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Lembro da festa na sede do Botafogo
Dia de jogo Vila Nova e União
E o boato, Índio, Dolfo e Zé Paulino
Eita tempo de menino
Que me dá recordação
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Lembro o curtume
E a usina de algodão
Biu da Rabeca e de Luiz
Mané Inês fazia o meu pião
A festa na Conceição
E novena na Matriz
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Chico do doce e Mamulengo na feira
Feira de gado lá no Alto dos Currais
A vaquejada dos Duré na cajarana
Essa é a minha Itabaiana
Que não esqueço jamais
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Cadê A Folha o jornal de tradição
O Ponto Certo que já não existe mais
O Teve Jeito e a sinuca de seu jonas
Essa é a minha Itabaiana
Que não esqueço jamais
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
O mestre Orlando
Eu lembro Mané de Tino
Os oito baixos de Ermínio Tocador
O Realengo é rico seu Paiva dizia
Lembro Adauto e Ananias
Eu lembro cabo Totô
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Lembro a escola João Fernandes de Oliveira
Grupo Escolar e o Colégio São José
Maria Augusta, Flora, Guiomar, Ivinha
Betí, Violete, Nicinha
Néo, Valéria e Salomé
Itabaiana é meu canto
Por isso eu quero cantar
Falar da minha infância
Que vivi por lá
Itabaiana es mi rincón
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Recordar mi infancia
Que viví allá
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
Recuerdo la fiesta en la sede del Botafogo
Día de juego Vila Nova y Unión
Y el rumor, Índio, Dolfo y Zé Paulino
Qué tiempos de niño
Que me traen recuerdos
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
Recuerdo la curtiembre
Y la fábrica de algodón
Biu da Rabeca y Luiz
Mané Inês hacía mi trompo
La fiesta en la Concepción
Y la novena en la Matriz
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
Chico doce y Mamulengo en la feria
Feria de ganado allá en Alto dos Currais
La vaquera de los Duré en la cajarana
Esta es mi Itabaiana
Que no olvido jamás
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
¿Dónde está A Folha el periódico de tradición?
El Ponto Certo que ya no existe más
El Teve Jeito y el billar de don Jonas
Esta es mi Itabaiana
Que no olvido jamás
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
El maestro Orlando
Recuerdo a Mané de Tino
Los ocho bajos de Ermínio Tocador
El Realengo es rico, decía su Paiva
Recuerdo a Adauto y Ananias
Recuerdo al cabo Totô
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
Recuerdo la escuela João Fernandes de Oliveira
Grupo Escolar y el Colegio São José
Maria Augusta, Flora, Guiomar, Ivinha
Betí, Violete, Nicinha
Néo, Valéria y Salomé
Itabaiana es mi rincón
Por eso quiero cantar
Hablar de mi infancia
Que viví allá
Escrita por: Aracílio Araújo