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TEYA

ARAKNYDA

TEYA

Na escura escuridão da noite silenciosa
Eu espero pacientemente, teia tecida
Meus pensamentos perversos dançam e giram
Eu anseio a chegada da presa para alimentar minha fome insaciável

Sutileza e astúcia são minhas armas
Nada escapa da minha teia habilmente traçada
No silêncio da noite, eu sou a rainha
A morte que se esconde por trás da beleza da sedução

Meus olhos brilham com a promessa da carne fresca
O gosto metálico da vida pulsante
Eu sou a tecelã da morte, a dançarina da escuridão
Com minha música macabra, eu conquisto e devoro

A presa se aproxima, o momento se desenrola
Um instante de terror e êxtase, a dança final
Presa em minha teia letal, sem chance de escape
Eu sou a aranha faminta, a canção da morte que degasta

TEYA

En la oscura oscuridad de la noche silenciosa
Espero pacientemente, tejiendo mi tela
Mis pensamientos perversos bailan y giran
Anhelo la llegada de la presa para alimentar mi hambre insaciable

La sutileza y astucia son mis armas
Nada escapa de mi tela hábilmente tejida
En el silencio de la noche, soy la reina
La muerte que se esconde detrás de la belleza de la seducción

Mis ojos brillan con la promesa de la carne fresca
El sabor metálico de la vida palpitante
Soy la tejedora de la muerte, la bailarina de la oscuridad
Con mi música macabra, conquisto y devoro

La presa se acerca, el momento se desenvuelve
Un instante de terror y éxtasis, la danza final
Atrapada en mi tela letal, sin posibilidad de escape
Soy la araña hambrienta, la canción de la muerte que desgasta

Escrita por: ARAKNYDA