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Sol y Papel

Arlinda Ventura

Sol e Papel

Sempre tem algo acontecendo, nada no mundo é banal
O meu papel na vida não se define em real
Sou uma atriz que atua na vida real
Fingindo que não tô vendo esse mundo marginal
Olhando pro nada eu penso em tudo
Encostado no canto o meu violão tá mudo
Vem cá amigão, vamos fazer essa canção
Pra essa gente alienada sentir a nossa vibração

E as batidas que vem do coração, num momento de inspiração
Legalizando ou não eu fumo e o Temer não me teme não
Nosso planeta, nosso lindo e doce lar
Nosso planeta na galáxia, em um sistema solar
Asteróides, buracos negros, cometas e estrelas no céu a brilhar
Somos todos poeira das estrelas perdidos no ar

Meu Deus, que mundo louco
Me salva desse lugar
Aqui assim desse jeito não suporto mais ficar
O mal da sociedade é só saber julgar
Fazer o que não deve e a vida piorar
Matando uns aos outros, se virando com tão pouco
O dinheiro é um papel que não vai cair do céu
Mas não passa de papel, só papel
Sol e papel

Sol y Papel

Siempre hay algo sucediendo, nada en el mundo es banal
Mi papel en la vida no se define en real
Soy una actriz que actúa en la vida real
Fingiendo que no estoy viendo este mundo marginal
Mirando hacia la nada, pienso en todo
Apoyado en la esquina, mi guitarra está muda
Ven aquí amigo, vamos a hacer esta canción
Para que esta gente alienada sienta nuestra vibración

Y los latidos que vienen del corazón, en un momento de inspiración
Legalizando o no, fumo y Temer no me teme
Nuestro planeta, nuestro hermoso y dulce hogar
Nuestro planeta en la galaxia, en un sistema solar
Asteroides, agujeros negros, cometas y estrellas en el cielo brillando
Todos somos polvo de estrellas perdidos en el aire

Dios mío, qué mundo loco
Sálvame de este lugar
Así, de esta manera, no soporto más estar aquí
El mal de la sociedad es solo saber juzgar
Haciendo lo que no debe y empeorando la vida
Matándonos unos a otros, arreglándoselas con tan poco
El dinero es un papel que no caerá del cielo
Pero no es más que papel, solo papel
Sol y papel

Escrita por: Arlinda Ventura