Coisas tão banais
Poesia do dia a dia
Versos tão iguais
Que repito com maestria
Castelos ficam vazios
Inundam a minha alma
De súbitos arrepios
Roubam da calma a plenitude!
Não fosse esta simplicidade
Certamente estaria mudo
Não veria a felicidade
Lamentaria a existência de tudo!