Desprezo
Se me fosses indiferente,
Eu sofreria dolorido,
Ao menos teu desprezo
Aquece o peito em êxtases de dor
Quando te olho todo colorido,
O corpo e a alma cheios de desejos,
Espraiando todo meu amor.
Vem, vem comigo,
Matar a sede desse amor,
Fazer meu corpo seu abrigo,
E não digas não!
E não digas não!
Não, não, não, não
Não digas não!
Desprecio
Si me fueras indiferente,
Sufriría dolorido,
Al menos tu desprecio
Calienta el pecho en éxtasis de dolor
Cuando te miro todo colorido,
El cuerpo y el alma llenos de deseos,
Desbordando todo mi amor.
Ven, ven conmigo,
Saciar la sed de este amor,
Hacer de mi cuerpo tu refugio,
¡Y no digas no!
¡Y no digas no!
No, no, no, no
¡No digas no!
Escrita por: Arlindo Convento Filho