Falange do erê
Só quem acredita vê
Que essa vida é um doce
Mesmo se não fosse
Eu seria assim
Sou menino brincalhão
Encontrei a chance
Bem ao meu alcance
E a agarrei pra mim
(Eu dou)
Viva Cosme e Damião, doum (doum)
Viva Cosme e Damião
Viva Cosme e Damião
O que importa é que a gente miúda
Me trouxe ajuda, quando eu precisei
E o que prego nas minhas andanças
Que só as crianças me ditam a lei
E assim me sinto protegido
Ungido com a viscosidade da fé
Sua benção é presença imensa
Que vença com a crença que tem seu axé
(Eu dou)
Viva Cosme e Damião, doum (doum)...
Da vida tão amargurada
Essa gurizada me fez renascer
Hoje sou cobra criada
Salve a ibejada falange do erê
Vinte e sete de setembro
Eu sempre me lembro, não esqueço de dar
Cocada, pacóca, suspiro, pipoca
Bola, bala, bola, cuscuz e manjar
(Eu dou)
Viva Cosme e Damião, doum (doum)...
Falange del erê
Solo quien cree ve
Que esta vida es un dulce
Aunque no lo fuera
Yo sería así
Soy un niño juguetón
Encontré la oportunidad
Justo a mi alcance
Y la agarré para mí
(Yo doy)
Viva Cosme y Damião, doum (doum)
Viva Cosme y Damião
Viva Cosme y Damião
Lo importante es que la chiquillería
Me trajo ayuda cuando la necesité
Y lo que predico en mis andanzas
Es que solo los niños me dictan la ley
Y así me siento protegido
Ungido con la viscosidad de la fe
Tu bendición es una presencia inmensa
Que vence con la creencia que tiene su axé
(Yo doy)
Viva Cosme y Damião, doum (doum)...
De la vida tan amargada
Esta chiquillería me hizo renacer
Hoy soy un cobra criada
Salve a la ibejada falange del erê
Veintisiete de septiembre
Siempre lo recuerdo, no olvido dar
Cocada, pacóca, suspiro, pipoca
Bola, bala, bola, cuscuz y manjar
(Yo doy)
Viva Cosme y Damião, doum (doum)...
Escrita por: Arlindo Cruz / Jorge Carioca / Aluísio Machado