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Cara Pintada

Arlindo Junior

Cara Pintada

Vem surgindo nossas tribos
Mundurukus e Saterê

Com suas danças de guerra
Auê, auê, auê

Dança, dança, dança índio
Selvagem na dança de guerra

Lá vem o grande pajé
Vem dando o seu grito de guerra

Cara pintada
Com arcos e flechas na mão

Tribos de índios guerreiros
Saterê defendendo este chão

Tribos de índios guerreiros
Saterê defendendo este chão

Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê

Cara Pintada

Van apareciendo nuestras tribus
Mundurukus y Saterê

Con sus danzas de guerra
¡Auê, auê, auê!

Baila, baila, baila indio
Salvaje en la danza de guerra

Allá viene el gran chamán
Viene dando su grito de guerra

Cara pintada
Con arcos y flechas en la mano

Tribus de indios guerreros
Saterê defendiendo este suelo

Tribus de indios guerreros
Saterê defendiendo este suelo

Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê
Iê, iê, auê, auê, auê

Escrita por: Aluízio Cerdeira