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Nadie te amó como yo te amé

Arnaldo Luis Miranda

Ninguém Te Amou Como Eu Te Amei

Ninguém te amou como eu te amei
Ninguém te quis do jeito terno que eu te quis
Ninguém tão antigo e tão moderno
Ninguém te fez tão calma e tão feliz

Ninguém te deu tamanha paz
Ninguém jamais te olhou do jeito que eu olhei
Ninguém tão amigo e tão capaz
De guardar os segredos que eu guardei

Eu sinto que ainda sentes na saudade
Certo arrependimento pela falta de coragem
Eram tantas as barreiras por vencer
Que o medo derrotou tua esperança

Me afastaste dos teus beijos, me apagaste da lembrança
Mas, sei, ninguém te amou como eu te amei

Segues arrependida pela vida
E vives a metade de um amor
Que um dia foi só teu...

Nadie te amó como yo te amé

Nadie te amaba como yo te amaba
Nadie te quería de la manera tierna que yo te quería
Nadie tan viejo y tan moderno
Nadie te hizo tan tranquilo y feliz

Nadie te ha dado tanta paz
Nadie te miró como yo
Nadie tan amable y capaz
Para guardar los secretos que he guardado

Siento que todavía me extrañas
Determinados lamentos por falta de coraje
Había tantas barreras invictas
Que el miedo ha derrotado tu esperanza

Me alejaste de tus besos, me borraste de la memoria
Pero, lo sé, nadie te quería como yo te amaba

Todavía estás arrepentido por la vida
Y vives medio amor
Que un día era solo tuyo

Escrita por: Arnaldo Luis Miranda