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Haz lo que quieras

Arquia

Faça o Que Quiser

Uma hora o jogo acaba
E as verdades aparecem
De dúvidas mais nada
E um dia todos esquecem
Os atos falhos se perdem no tempo e na multidão
E um dia todos esquecem
Esquecem de ter razão

Você destruiu uma coisa que nem começou
Você viu as placas mas não parou
Você tinha tudo na palma da mão
E deixou tudo cair abaixo do chão

Agora você volta
Como se nada tivesse acontecido
Vem e me trata como um velho conhecido
Mas mesmo que todos achem normal
E que foi banal
Eu continuo com a mesma impressão
Você tinha tudo na palma da mão

Você destruiu uma coisa que nem começou
Você viu as placas, mas não parou
Você acabou com uma ilusão
E se perdeu na própria escuridão

Haz lo que quieras

Una hora el juego termina
Y las verdades aparecen
De dudas ya no queda nada
Y un día todos olvidan
Los actos fallidos se pierden en el tiempo y la multitud
Y un día todos olvidan
Olvidan tener razón

Destruiste algo que ni siquiera comenzó
Viste las señales pero no te detuviste
Lo tenías todo en la palma de tu mano
Y dejaste que todo cayera al suelo

Ahora regresas
Como si nada hubiera pasado
Vienes y me tratas como a un viejo conocido
Pero aunque todos lo encuentren normal
Y lo consideren banal
Yo sigo con la misma impresión
Lo tenías todo en la palma de tu mano

Destruiste algo que ni siquiera comenzó
Viste las señales, pero no te detuviste
Acabaste con una ilusión
Y te perdiste en tu propia oscuridad

Escrita por: Sergio Zanck