Batalhão da Estrela
Abre os olhos, morena
vem ver meu boi
Tá vindo da estrela,
traz batalhão afiado
e o couro bordado
pro contrário ver.
Sei que ele ainda sente saudade
quando vê a bandeira azulada passar pela praça
modelo de graça do meu são João.
Do arraial que é do sol
do arraial que é da lua
do povo na rua
do meu guarnicê.
Canta, Vardé!
Vardé das cuieiras
que eu estrondo lá fora
e quando eu for embora, contrário
nesse adeus é que tu choras.
(Cd's: "Gente da nossa terra", "Arrastão do pavulagem" e "Ao vivo")
Batallón Estrella
Abre los ojos, morena
Ven a ver mi buey
Viene de la estrella
Trae un batallón afilado
y cuero bordado
al revés
Sé que aún te echa de menos
cuando veas pasar la bandera azul por la plaza
modelo de gracia de mi San Juan
Del campamento que es del sol
del campamento que es de la luna
de la gente en la calle
de mi guarnición
¡Canta, Vardé!
Vardé de las scuieiras
que retumbo ahí fuera
y cuando me vaya, de lo contrario
En ese adiós lloras
(CD: «Gente de nuestra tierra», «Pavulagem Fishnet» y «Live»)
Escrita por: Ronaldo Silva / Toni Soares