Vaidade
Tudo é igual, sempre tão normal, um dia normal, isso me faz mal
Eu sei foi você quem escolheu que fosse assim
Deixar tudo assim, ficar sem mim, dizendo que sim
Eu vou voltar..
Tentei entender, se eu e você tiver de ser
Será lá na frente, ninguem manda na gente, eu
Cansei de tanto ouvir, ficar sem dormir, não ter onde ir
Deixo a porta entreaberta e vou
Eu vou sair só por vaidade
Cantar pela rua, esconder a idade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Ascender um cigarro, incendiar o teu quarto
E sumir
Só por vaidade
Sentar na calçada e incriminar a saudade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Curtir um barato sozinho
Eu não sei ser assim
Preciso achar a cura algo que possa me mudar
Eu não sei ser assim
Procuro ficar de longe mais você vem pra perto de mim
Eu não ser ser assim
Não sei!
Vamos sair, obedescer a vontade
Andar pela rua, e fazer maldade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Entrar no meu carro, jogar tudo pro alto
E fugir
Só por vaidade
Sentar na calçada e matar a saudade
Andar de pés descalços com um vinho barato
Curtir um barato sozinhos
Vanidad
Todo es igual, siempre tan normal, un día normal, eso me hace mal
Sé que fuiste tú quien decidió que fuera así
Dejar todo así, quedarse sin mí, diciendo que sí
Voy a volver..
Intenté entender, si tú y yo debemos ser
Será más adelante, nadie manda en nosotros, yo
Me cansé de tanto escuchar, quedarme sin dormir, no tener a dónde ir
Dejo la puerta entreabierta y me voy
Voy a salir solo por vanidad
Cantar por la calle, esconder la edad
Caminar descalzo con un vino barato
Encender un cigarrillo, incendiar tu habitación
Y desaparecer
Solo por vanidad
Sentarme en la acera y culpar a la nostalgia
Caminar descalzo con un vino barato
Disfrutar de un colocón solo
No sé ser así
Necesito encontrar la cura, algo que pueda cambiarme
No sé ser así
Intento mantenerme alejado pero tú vienes cerca de mí
No sé ser así
¡No sé!
Vamos a salir, obedecer el deseo
Caminar por la calle y hacer maldades
Caminar descalzos con un vino barato
Entrar en mi coche, tirarlo todo por la borda
Y escapar
Solo por vanidad
Sentarse en la acera y matar la nostalgia
Caminar descalzos con un vino barato
Disfrutar de un colocón solos
Escrita por: Arthur Liberato