No Encalço Dos Farsantes
Te estendem a mão a todo instante
Cheios de promessas, sorriso cativante
Te fazem crer que são do bem
Usando da falácia que só eles tem
Pregam a moral o tempo inteiro
Nefasta matilha travestida de cordeiros
E levam para bem longe nossa esperança
Mas vai que a casa cai e um dia o povo cansa?
Tem sempre marqueteiro rondando de plantão
Fazendo a mentira virar convicção
Não me abalo, não me rendo
Meu caminho eu mesmo traço
Abre o olho seu farsante
Estou no teu encalço
E não venha me corromper, me iludir com tanto ardor
Teu veneno não me atinge, meu santo é protetor
Se tua base é forte, teu telhado é palha fina
Falha a justiça dos homens, não escapas da divina
E não tente me comprar ardiloso, sorrateiro
Minha honra eu não vendo, meu sangue é de guerreiro.
Tras los Farsantes
Te extienden la mano en todo momento
Llenos de promesas, sonrisa cautivante
Te hacen creer que son de buena fe
Utilizando la falacia que solo ellos tienen
Predican la moral todo el tiempo
Nefasta manada disfrazada de corderos
Y llevan lejos nuestra esperanza
Pero ¿qué pasa si la casa cae y un día la gente se cansa?
Siempre hay un publicista rondando de guardia
Haciendo que la mentira se convierta en convicción
No me afecto, no me rindo
Yo mismo trazo mi camino
Abre los ojos, farsante
Estoy tras de ti
Y no intentes corromperme, ilusionarme con tanto fervor
Tu veneno no me alcanza, mi santo me protege
Si tu base es fuerte, tu techo es de paja
Falla la justicia de los hombres, no escapas de la divina
Y no intentes comprarme astuto, artero
Mi honor no lo vendo, mi sangre es de guerrero.
Escrita por: Fabricio Martins