Balaio de Guarimã
Meu balaio, meu balaio
Meu balaio de guarimã
Meu balaio, meu balaio
Meu balaio de guarimã
Ela pediu meu balaio
Emprestado até amanhã
O que falta me faz
Meu balaio de guarimã
Nele eu boto os terém
Pra viagem de manhã
Nele eu encosto a cabeça
La nas sombra das cunhã
É, pois aqui não se presta
Vou busca-lo amanhã
Vou buscar meu balaio
Meu balaio de guarimã
Meu balaio
Canasto de Guarimã
Mi canasto, mi canasto
Mi canasto de guarimã
Mi canasto, mi canasto
Mi canasto de guarimã
Ella pidió mi canasto
Prestado hasta mañana
Cuánto me hace falta
Mi canasto de guarimã
En él pongo las cosas
Para el viaje de la mañana
En él apoyo la cabeza
Bajo la sombra de las cunhã
Sí, pues aquí no se presta
Lo buscaré mañana
Buscaré mi canasto
Mi canasto de guarimã
Mi canasto
Escrita por: Antonio Vieira