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Regazo

As Baías (As Bahias e a Cozinha Mineira)

Volta

Desde quando eu
Não ando a pé
Deixei de olhar
Os olhos seus
Fui obrigado a viver sem você
Arame farpado que é amar um outro alguém

Na paulista aberta
Eu não tenho chance de encontrar
Pra te falar

Se eu pedir perdão
Se eu te der a mão
Será que você volta
Desde quando eu
Fiquei a pé
Arquei com o peso
Do meu pesar
A cama, a fronha, as suas roupas a me encarar
Um medo latente, gigante
Eu não posso aguentar

Rezo pra saber em qual esquina eu poderia te encontrar
Isso não é nada, pois você se curou e hoje vive bem
Sozinha e bem

Se eu pedir perdão
Se eu te der a mão
Será que você volta
O tempo dirá
O tempo curará
O tempo apagará você de mim

Regazo

¿Desde cuándo lo hice?
No voy a caminar
Dejé de mirar
Tus ojos
Me vi obligado a vivir sin ti
Alambre de púas que es amar a otra persona

Al aire libre São Paulo
No tengo la oportunidad de encontrar
Para decirte

Si pido perdón
Si te cojo de la mano
¿Volverá?
¿Desde cuándo lo hice?
Me quedé a pie
Tengo el peso
De mi dolor
La cama, la funda de almohada, tu ropa mirándome fijamente
Un miedo gigante y latente
No puedo tomarlo

Rezo por saber en qué esquina podría encontrarte
Eso no es nada, porque te has curado y hoy vives bien
Sola y bien

Si pido perdón
Si te cojo de la mano
¿Volverá?
El tiempo lo dirá
El tiempo sanará
El tiempo te borrará de mí

Escrita por: Rafael Acerbi