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Ningún gesto de inocencia

As Cinzas do Tempo

Nenhum Gesto de Inocência

Não há em você nenhum gesto de inôcencia...

Já são 4 da manhã,
Procuro voltar pra casa,
Não encontro os caminhos,
São todos iguais,
Procuro rostos conhecidos,
Procuro falas desvirtuadas,
As notícias sobre você,
Eu quero saber,
E carregando um lírio nas mãos,
Eu sigo em frente,
Os mesmos que te oprimem,
Te fazem então contentes...

Não há em você nenhum gesto de inôcencia...

A inocência de uma criança e um sorriso,
As portas da infância,
As mãos estendidas de um amigo
Os mesmos que te oprimem,
Te fazem então contentes...

Não há em você nenhum gesto de inôcencia...

Ningún gesto de inocencia

No hay en ti ningún gesto de inocencia...

Ya son las 4 de la mañana,
Busco regresar a casa,
No encuentro los caminos,
Son todos iguales,
Busco rostros conocidos,
Busco palabras desvirtuadas,
Las noticias sobre ti,
Quiero saber,
Y llevando un lirio en las manos,
Sigo adelante,
Los mismos que te oprimen,
Te hacen entonces contento...

No hay en ti ningún gesto de inocencia...

La inocencia de un niño y una sonrisa,
Las puertas de la infancia,
Las manos extendidas de un amigo,
Los mismos que te oprimen,
Te hacen entonces contento...

No hay en ti ningún gesto de inocencia...

Escrita por: Dennis Monteiro