Moleque Insolente
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Tem pena de sua comadre
Nesta dor tão infernal
Tava apanhando limão
Marimbondo me mordeu
Quem tacou pedra na caixa
Foi Juquinha e não fui eu
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Tem pena de sua comadre
Nesta dor tão infernal
Tava apanhando limão
Marimbondo me mordeu
Quem tacou pedra na caixa
Foi Juquinha e não fui eu
Garotinho insolente
Que molequinho travesso
Se eu te pego tu me paga
Eu te viro do avesso
Entrou lá no meu quintal
Tacou pedra na marreca
Quebrou vidro da vidraça
Da casa de dona Zefa
Vou fazer reclamação
Desse garoto sapeca
Vou dar parte na polícia
Me importa que levo a breca
Eu vou, eu vou, vou reclamar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Eu vou, eu vou, vou reclamar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Tem pena de sua comadre
Nesta dor tão infernal
Tava apanhando limão
Marimbondo me mordeu
Quem tacou pedra na caixa
Foi Juquinha e não fui eu
Garotinho insolente
Que molequinho travesso
Se eu te pego tu me paga
Eu te viro do avesso
Entrou lá no meu quintal
Tacou pedra na marreca
Quebrou vidro da vidraça
Da casa de dona Zefa
Vou fazer reclamação
Desse garoto sapeca
Vou dar parte na polícia
Me importa que levo a breca
Eu vou, eu vou, vou reclamar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Eu vou, eu vou, vou reclamar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Agora mesmo e ninguém vai me segurar
Moleque Insolente
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Siente pena por su comadre
En este dolor tan infernal
Estaba recogiendo limones
Un avispón me picó
Quien lanzó la piedra en la caja
Fue Juquinha y no fui yo
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Siente pena por su comadre
En este dolor tan infernal
Estaba recogiendo limones
Un avispón me picó
Quien lanzó la piedra en la caja
Fue Juquinha y no fui yo
Niño insolente
Ese travieso chiquillo
Si te agarro, me las pagarás
Te volteo del revés
Entró en mi patio
Lanzó piedras al pato
Rompió el vidrio de la ventana
De la casa de doña Zefa
Voy a presentar una queja
De este chico travieso
Voy a denunciarlo a la policía
Me importa que me lleve la fregada
Voy, voy, voy a quejarme
Ahora mismo y nadie me detendrá
Voy, voy, voy a quejarme
Ahora mismo y nadie me detendrá
Comadre Rita Gonçalves
Compadre Zé do Amaral
Siente pena por su comadre
En este dolor tan infernal
Estaba recogiendo limones
Un avispón me picó
Quien lanzó la piedra en la caja
Fue Juquinha y no fui yo
Niño insolente
Ese travieso chiquillo
Si te agarro, me las pagarás
Te volteo del revés
Entró en mi patio
Lanzó piedras al pato
Rompió el vidrio de la ventana
De la casa de doña Zefa
Voy a presentar una queja
De este chico travieso
Voy a denunciarlo a la policía
Me importa que me lleve la fregada
Voy, voy, voy a quejarme
Ahora mismo y nadie me detendrá
Voy, voy, voy a quejarme
Ahora mismo y nadie me detendrá
Ahora mismo y nadie me detendrá
Ahora mismo y nadie me detendrá