01#Blues
Hoje acordei tão sozinho
Querendo achar um caminho pra mim
Com o bolso lotado de idéias
Coragem tragada no peito assim
Com o pé apontado pra casa
E outro acanhado querendo fugir
Nas madrugadas não se enxerga
E nas manhãs você não encara
A própria culpa
Não há fuga de si que possa
Nenhum novo começo pra se tentar
Queimando estrada e desgosto
Com a chuva batendo no rosto
Eu tento fugir de mim
Assistindo os melhores momentos
De todos os meus sofrimentos
Dias queimando no meu calendário
Não trazem prazer ou sentido pra mim
Nas madrugadas não se enxerga (a própria culpa)
E nas manhãs você não encara
A própria culpa
Não há fuga de si que possa (não há mais volta)
Nenhum novo começo pra se tentar
Dias queimando no meu calendário não trazem
Prazer ou sentido pra mim
01#Blues
Hoy me desperté tan solo
Buscando encontrar un camino para mí
Con el bolsillo lleno de ideas
Coraje tragado en el pecho así
Con un pie apuntando hacia casa
Y otro tímido queriendo escapar
En las madrugadas no se ve claro
Y en las mañanas no te enfrentas
A tu propia culpa
No hay escape de uno mismo que valga
Ningún nuevo comienzo para intentar
Quemando camino y desilusión
Con la lluvia golpeando en la cara
Intento huir de mí
Viendo los mejores momentos
De todos mis sufrimientos
Días quemando en mi calendario
No traen placer o sentido para mí
En las madrugadas no se ve claro (tu propia culpa)
Y en las mañanas no te enfrentas
A tu propia culpa
No hay escape de uno mismo que valga (no hay marcha atrás)
Ningún nuevo comienzo para intentar
Días quemando en mi calendario no traen
Placer o sentido para mí
Escrita por: Antônio Altvater / Bruno Vilas Boas / Caio Calheiros