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Cenizas al Viento

Assírios

Cinzas Ao Vento

Procure nas suas coisas
Quem sabe, nas mentiras?
Os motivos, e razões para o fim
Despreze as lembranças
Rasgue as páginas por vez
Mentiras em filas

Não diga que foi tudo em vão
Lágrimas, choro, a sensação
Serviram para uma lição
A qual é como é viver sem teu veneno a fluir

Você apagou a minha luz
Levou toda a minha esperança
Me mostrou o que era dor

Você me prometeu o que ninguém pode cumprir
Não com esse seu coração
Acha que sou tão tolo a ponto de não perceber
O cheiro das mentiras que a sua voz emana
(Não)

Não diga que foi tudo em vão
As brigas, crise, a opressão
Serviram para uma lição
A qual é como é viver sem teus beijos a trair

Você apagou a minha luz
Levou toda a minha esperança
Me mostrou o que era dor

Mas não contava que o jogo virasse
E que o seu veneno fosse temporário
Que um dia eu fosse te dizer,
Que te queria, e agora:
'Eu nunca amei você'

(Coro)
Você apagou a minha luz
Levou toda a minha esperança
Me mostrou o que era dor.

Cenizas al Viento

Busca entre tus cosas
Quizás, entre las mentiras
Los motivos y razones para el final
Desprecia los recuerdos
Rasga las páginas una por una
Mentiras en fila

No digas que todo fue en vano
Lágrimas, llanto, la sensación
Sirvieron para una lección
Que es cómo es vivir sin tu veneno fluyendo

Apagaste mi luz
Llevaste toda mi esperanza
Me mostraste lo que era dolor

Me prometiste lo que nadie puede cumplir
No con ese corazón tuyo
¿Crees que soy tan tonto como para no darme cuenta
Del olor a mentiras que emana de tu voz?
(No)

No digas que todo fue en vano
Las peleas, la crisis, la opresión
Sirvieron para una lección
Que es cómo es vivir sin tus besos traicioneros

Apagaste mi luz
Llevaste toda mi esperanza
Me mostraste lo que era dolor

Pero no esperabas que el juego cambiara
Y que tu veneno fuera temporal
Que un día te dijera
Que te quería, y ahora:
'Nunca te amé'

(Coro)
Apagaste mi luz
Llevaste toda mi esperanza
Me mostraste lo que era dolor.

Escrita por: Arthur de Castro